sábado, 21 de março de 2009

Cinema:: Mão na massa e olho na câmera

Com o fim das filmagens de Lula, o filho do Brasil, provavelmente vamos começar a pré-produzir o roteiro escrito por mim e pela Lulu Telles para o Fábio Barreto, o Bodas de Seda.

É uma produção simples, com apenas uma locação, e com um orçamento modesto. Por isso mesmo, a expectativa é iniciar as filmagens ainda em Abril. Acredito que o mais difícil vai ser conciliar as agendas de um elenco principal tão numeroso.

Mas vamos lá, o negócio é meter a mão na massa e correr atrás.

terça-feira, 10 de março de 2009

Roteiro:: Boa sorte, Zeca.

Esse foi o primeiro nome do pseudônimo sob o qual inscrevi o Retrato de Família, roteiro no qual venho trabalhando desde o final do ano passado, no edital para desenvolvimento de roteiros de longametragem do Ministério da Cultura.

O edital pede na verdade o envio de um projeto e, em caso de aprovação, disponibiliza uma verba de R$ 50.000 para que o roteirista desenvolva o seu roteiro num prazo de sete meses. O mais interessante é que apesar do patrocínio, o roteirista mantém os direitos integrais sobre sua obra, sendo apenas obrigado a mencionar o incentivo do governo federal nos créditos do filme, caso esse venha a ser realizado.

Após alguns meses trabalhando no roteiro, finalmente consegui concluir uma escaleta que me agrada, o que foi um tremendo quebracabeças. Em breve vou começar a escrever o primeiro tratamento do roteiro. É curioso olhar os primeiros arquivos de trabalho e anotações sobre esse projeto e notar como ele se transformou desde então. Personagens surgiram, outros foram excluídos ou ganharam importância que não tinham. Fico feliz de estar desenvolvendo um processo mais orgânico de trabalho, menos linear, menos engessado naqueles moldes que vemos na teoria e que, quando usados com parcimônia, são essenciais para nos nortear e estruturar. Norte e estrutura são fundamentais num roteiro, assim como a disciplina e o trabalho duro, mas não servem de nada sem criatividade, inspiração e uma dose de liberdade.

Em breve escrevo outro post com uma breve sinopse da história.

domingo, 8 de março de 2009

Crítica:: Who watches the Watchmen?

I do!

Como apreciador de quadrinhos e ex-adolescente nerd, eu havia lido a graphic novel há uns bons doze anos, e por isso, fui conferir a estreia da aguardada, disputada e conturbada adaptação da obra do fantástico Alan Moore para os cinemas.

Polêmicas a parte, o filme é muito bom. Com o relativo sucesso de 300 e uma boa dose de personalidade, Zack Snyder conseguiu convencer os executivos que ser fiel à graphic novel seria o melhor caminho a seguir. E foi. O roteiro é na verdade uma mera adaptação e condensação da brilhante obra de Moore, que decepcionado com Hollywood, abriu mão de todos os direitos e ganhos financeiros em favor de David Gibbons, o desenhista. A trama é interessante, mas o grande mérito de Watchmen é a profundidade de seus personagens e a narrativa extremamente psicológica, que se mantiveram no filme. Apesar do final ter uma solução diferente dos quadrinhos, eu a considerei bastante elegante e mais alinhada com os dias de hoje. Me agradou, mas não vou comentar mais pra não estragar o fim do filme.

Talvez o grande mérito de Snyder enquanto diretor tenha sido mesmo defender o material original, sem ceder à maioria dos apelos do estúdio, principalmente em relação à violência e nudez presentes nos quadrinhos, numa tentativa clara de obter uma classificação mais branda para o filme e assim faturar mais uns trocados. O filme é extremamente fiel, até mesmo em alguns enquadramentos e diálogos, transpostos ipsis literis para as telas dos cinemas. Relativamente inexperiente em longametragens, ele peca por alguns excessos, preciosismos como a farta utilização de câmeras lentas, especialmente na sequência inicial, onde o Comediante trava uma luta contra um agressor misterioso. Um grande acerto de Snyder foi a maneira através da qual compilou décadas de um background indispensável para compreender o universo de Watchmen em uma sequência que apresenta também os créditos iniciais.

O elenco de rostos desconhecidos funciona bem. É difícil dar credibilidade a um super herói quando ele é a cara do Ben Affleck. Apesar das críticas, gosto da atuação de Patrick Wilson como o Coruja e de Jackie Earle Haley como o Rorschach e não tenho nada contra o Comediante de Jeffrey Dean Morgan.

É claro que tecnicamente o filme é muito bom. Fotografia, edição e todo o resto estão dentro do nível de excelência que se espera de uma produção hollywodiana que custou mais de US$ 130 milhões. Mas, ao menos pra mim, uma grata surpresa e, francamente, uma das melhores coisas do filme, é a trilha musical. Com uma seleção bastante abrangente de músicas que se encaixam perfeitamente nos vários momentos do filme em que são utilizadas, a música se destaca e ajuda a compor a obra e a criar o clima.

Em suma, Watchmen foi uma graphic novel que revolucionou o mundo dos quadrinhos na década de 80, dando uma sacudida nos arquétipos estabelecidos até então. A obra é tão influente, que foi considerada pela revista Time como um dos 100 romances mais importantes de todos os tempos. É claro que o filme jamais terá o mesmo impacto, mas é uma adaptação fiel que promete agradar aos fãs, desde que eles não sejam fundamentalistas muito radicais. Eu gostei, mas não sei se teria a mesma graça se eu não tivesse tido contato com a obra de Alan Moore antes, apesar de que os arquétipos com os quais Moore jogou há mais de vinte anos, são agora quase que de domínio público, se é que se pode usar essa expressão.

Outras opiniões +

Falta de bons atores prejudica desempenho de "Watchmen" (Mateus Potumati - G1)

As impressões de "Watchmen" (Blog do Bonequinho)

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Cinema:: Teoria e Prática

Como havia dito antes, passei a semana que antecedeu o carnaval em São Paulo para acompanhar as filmagens do novo longa metragem de Fábio Barreto, Lula, o filho do Brasil.

Os dois primeiros dias, folga merecida da equipe, que vem trabalhando desde janeiro, aproveitei pra conhecer um pouco mais de Sampa, que é uma metrópole fascinante. Também aprendi a me virar por lá sem carro, tarefa bastante facilitada pelo Google Maps, que agora conta com a opção de traçar rotas utilizando o transporte público. Fui à Av. Paulista, à Pinacoteca e à famosa galeria do rock.

Na prática, o set de uma grande produção como essa não é muito diferente de um set pequeno de um filme universitário ou um curtametragem independente, a não ser pela escala. Com cada um fazendo exatamente o que precisa ser feito pelo seu departamento, cumprindo sua função, geralmente num ritmo frenético, a primeira impressão para quem nunca entrou num set de filmagem é que falta organização. Muito pelo contrário. Tudo é extremamente planejado até os últimos detalhes e executado com maestria.

Foram três dias filmando internas na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, onde o Lula viveu muitos dos momentos retratados no filme. No último dia que pude acompanhar, as filmagens foram em São Paulo, numa casa da vila ferroviária, na Mooca (imagem ao lado).

Sempre por perto do videoassist e ficando na minha, pude ver o estreante Rui Ricardo Dias realmente convencer como Lula, algo difícil quando se trata de uma figura pública tão notória, particular, e viva. Glória Pires esteve fantástica nas cenas que acompanhei, como a mãe de Lula, Dona Lindú. O filme está lindo.

Da minha perspectiva, foi muito interessante ficar por perto do Fábio Barreto e do Marcelo Santiago e observá-los dirigir as cenas por trás das câmeras. Tentar ver o que eles enxergam foi um verdadeiro exercício para o meu olhar de cineasta, que espero, um dia, seja tão acurado e preciso quanto o deles, que realmente tem uma atenção aos detalhes admirável.

Em suma, o que fica é que o que eu vi na teoria, na faculdade, posso aplicar na prática. E isso é um grande motivador para seguir em frente e buscar sempre me aperfeiçoar.

PS.: Ao clicar nesse link, ou no título do filme, você acessa a página oficial do filme no site da produtora, a LC Barreto.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Cinema:: Uma semana com o "Lula"

Depois de insistir (muito) com o Fábio Barreto, essa semana vou pra São Paulo pra acompanhar alguns dias da filmagem de Lula, o filho do Brasil, que começaram em janeiro no nordeste, já passaram também por locações em Santos e devem ir até março na Grande São Paulo (incluindo o ABC, claro).

Vai ser uma excelente oportunidade para ver o Fábio trabalhando de perto e ver um set de uma grande produção. O filme tem um orçamento de cerca de R$ 15 milhões e isso o qualifica como tal, ao menos para os padrões do cinema nacional. E isso, pasmem, sem receber nada do dinheiro público, o que é um fato extraordinário e louvável.

O filme, dirigido pelo Fábio Barreto, vai contar a história do presidente baseado em um livro da jornalista e historiadora Denise Paraná e se concentra na sua infância miserável e no início de sua carreira de líder sindical no ABC. Sem mencionar o PT, a proposta do filme é contar a história por um prisma mais humano e apolítico.

A idéia é chegar cedo no set, ficar por perto, observar, tentar aprender e não atrapalhar nada.

É sempre bom fazer novos contatos e visitar São Paulo, que é uma cidade super interessante.

PS.: Tem um artigo na Revista Época sobre o financiamento do filme que é bem interessante. Clique aqui para acessar.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Roteiro:: Um novo projeto

Depois de encerrar a minha contribuição como roteirista no Bodas de Seda e agora aguardar o começo das filmagens para trabalhar como assistente de direção, estou iniciando um novo projeto de roteiro.

Pra mim, estar sempre trabalhando em algo novo, pesquisando, tomando contato com outras pessoas, outros universos, é sem sombra de dúvida uma das maiores vantagens da minha profissão e, por isso, estou muito empolgado em iniciar uma nova empreitada na área de roteiro.

Retrato de Família é uma história que eu já vinha querendo contar há algum tempo e, por ser um drama, acabou se sobressaindo em relação às outras idéias que eu tinha no meu caderno de anotações. É uma história sobre perda, luto, aceitação e culpa. E sobre como dar a volta por cima e seguir em frente sem abrir mão das suas experiências.

Contei a algumas pessoas um resumo da história e o que ouvi delas foi a melhor resposta possível, ao menos para mim: eu iria ao cinema pra ver esse filme.

Agora é só uma questão de fazer o filme chegar aos cinemas.

PS.: A foto que ilustra o post é de uma Minolta SRT 101 que eu ganhei do meu pai.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Roteiro:: "Bodas de Seda"

Esse é o título do meu primeiro roteiro de longa metragem.

Recebi, através da indicação da Rosane Lima, um convite do diretor Fábio Barreto para desenvolver um roteiro baseado em uma idéia na qual ele já vinha trabalhando com um grupo de atores.

Ao longo dos últimos cinco meses, trabalhamos em conjunto, com reuniões semanais e um processo criativo bastante colaborativo onde o roteirista, o diretor e o elenco opinaram, sugeriram, e por vezes, discutiram acaloradamente suas idéias.

O filme conta a história de João, um homem que vive a crise da meia idade com o agravante de que, há algum tempo, passou a enxergar quatro facetas da sua mulher, Marta. Toda essa confusão e essa crise conjugal tem seu ápice em uma grande festa surpresa que as Martas organizam para comemorar as bodas de seda do casal e que, na verdade, tem outros objetivos.

Foi um trabalho extremamente intenso de realizar. Em primeiro lugar pelo desafio de "adotar" uma idéia, se apaixonar por ela e fazer dela o melhor possível e em segundo pelo processo de criação coletivo, muito diferente do tradicional workflow de um roteirista.

Escrever Bodas de Seda foi um tremendo aprendizado. Agora só posso esperar que o resultado seja tão interessante quanto foi trabalhar nessa história.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Fotografia:: Adolescentes

Milhares deles, pra dizer a verdade. Que medo. Esse final de semana, fui contratado pela Universidade Estácio de Sá para registrar imagens do IV Encontro de Alunos do Ensino Médio.

É curioso fotografar adolescentes porque nessa fase eles vivem entre os dois extremos diante de uma câmera: ou morrem de vergonha e se escondem, fazendo de tudo para evitar serem fotografados, ou fazem questão de fazer pose, cheios de si. Às vezes, até pedem para ser clicados, mesmo que essa não seja a sua intenção como fotógrafo. Até aí tudo bem, o difícil foi ser chamado de "tio". E olha que eu estava vestindo jeans e camiseta e calçando um par de allstar, como a maioria deles. Deve ser a barba.

No briefing, o departamento responsável pelo planejamento e execução dessa festa que reúne alunos do ensino médio de várias escolas, públicas e particulares, para conhecer a faculdade, me pediu que procurasse as imagens menos "caretas", já que os estagiários de jornalismo da faculdade iriam cobrir o evento também. E esse foi o meu objetivo: buscar momentos inusitados, me aproximar dos alunos e encontrar sua expressão, olhar para os detalhes da festa que talvez as pessoas não tivessem reparado.

A imagem acima é um exemplo do primeiro objetivo e da timidez da qual eu falava mais acima, a de baixo, um exemplo do segundo objetivo pelo qual eu pautei os meus cliques naquele dia.

Alerta! Daqui pra frente o post é mais técnico. Se você não saca muito de fotografia pula pro final pra ver a outra foto.

Para esse trabalho, além da minha Nikon D40, com a versátil Nikkor 18-135mm, usei o bom (e novo) flash Nikon SB600.

Na primeira foto, o flash foi rebatido no teto, recurso comum. Fotografando rapidamente, usei o modo Programa (P), com ISO 800, e fiquei com f: 5,6 e t:1/60, o que me deu uma boa dose da iluminação ambiente. A distância focal era de 35mm (35mm equiv.).

Na segunda imagem, também capturada com ISO 800 e no modo Programa (P), os dados de exposição se mantiveram consistentes, ajudados pelo uso do flash, parcialmente rebatido. A distância focal para obter o detalhe da pickup do DJ, foi de 105mm (35mm equiv.).


Quem quiser conferir mais do meu trabalho como fotógrafo basta clicar aqui e acessar meu porfolio online.

sábado, 30 de agosto de 2008

Fotografia:: Aqui, foto instantânea

Uma visita ao Cristo Redentor sempre rende muitas fotos, seja você um morador do Rio de Janeiro ou não. Mas como postar uma fotografia da estátua não seria nenhuma novidade, decidi postar essas duas imagens, as mais interessantes dessa visita.

É interessante notar como os fotógrafos de plantão ainda tiram seu sustento da atração turística. Se antes, eles usavam fotografias instantâneas, hoje eles fotografam em formato digital, gravam CDs e imprimem em pequenas impressoras fotográficas, sejam as mais tradicionais jato de tinta ou as mais interessantes, baseadas em processo de sublimação térmica, que produzem cópias mais duradouras, fiéis e resistentes. A primeira imagem é da placa que anuncia (em inglês, claro) o serviço. Se alguém ficou curioso quanto ao preço, lamento dizer que não tive coragem de perguntar.

Já a segunda foi uma brincadeira na viagem de descida de volta à estação no Cosme Velho pelo trenzinho, a maneira mais gostosa de visitar o Cristo Redentor, na minha opinião. O all-star batido e a calça jeans azul bic são meus mesmo, o que quase pode qualificar essa imagem como um auto-retrato.

Alerta! Daqui pra frente o post é mais técnico. Se você não saca muito de fotografia pula pro final pra ver a outra foto.

A primeira imagem partiu de um instinto, um olhar. Bati o olho na placa e decidi que tinha que registrá-la com a minha câmera. Por isso mesmo, só me preocupei com o enquadramento e a bonita luz que batia nela.

O modo de Programa (P), com ISO 800, me deu f: 5,6 e t:1/200, com distância focal de 180mm, (35mm equiv.) pra fechar no detalhe.

A segunda foi mais planejada. Eu queria brincar com o tempo de exposição para conseguir um motion blur na paisagem da janela e ao mesmo tempo manter a câmera estável o suficiente para registrar o interior com nitidez. Por isso, usei o modo Manual (M) para encontrar uma combinação satisfatória, que foi f: 22 com exposição de 1 segundo. Para manter a câmera estável, a apoiei contra o vidro da janela do trem. A distância focal foi 28mm (35mm equiv.)


Quem quiser conferir mais do meu trabalho como fotógrafo basta clicar aqui e acessar meu porfolio online.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Fotografia:: Um mês longe de casa

Em uma área de preservação na costa de San Diego.

Um mês e 10.000km longe de casa. Tem sido uma experiência incrível.

Começando por passar o ano novo no aeroporto internacional de Lima, já aconteceu de tudo nessa viagem. O meu principal objetivo, que era fazer o curso da NYFA, acabou não se concretizando.

San Diego é uma cidade muito bonita. Não tanto quanto o Rio, mas leva vantagem por ser mais organizada. Não é que aqui seja perfeito. Você também vê gente morando debaixo da ponte e pedindo dinheiro no sinal. Dificilmente você vai ser roubado ou assaltado em San Diego mas se você assistir o jornal local vai ver que também tem violência. Acho que a diferença é a intensidade e a quantidade desses problemas. E, principalmente, a resposta das autoridades e da justiça.

Infelizmente, não dá pra negar que as pessoas aqui são mais civilizadas. O trânsito é um bom exemplo disso. Não se vê ninguém avançando o sinal ou buzinando. As pessoas respeitam as placas de PARE. Tem cruzamentos em ruas razoavelmente movimentadas, até no centro da cidade, onde não tem sinal. São quatro placas de PARE e por incrível que pareça funciona muito bem. Todo mundo para e aguarda sua vez de ir. Imagino um cruzamento assim no centro do Rio. Seria um caos.

Com a grana meio curta, não tem dado pra passear muito e tirar fotos. As fotos desse post são duas das minhas favoritas. O resto vocês podem encontrar nessa galeria.

Alerta! Daqui pra frente o post é mais técnico. Se você não saca muito de fotografia pula pro final pra ver a outra foto.

A primeira coisa que eu tive que aprender em San Diego é que aqui eu posso andar sempre com a minha câmera. Agora eu carrego ela sempre comigo.

A primeira foto foi tirada já quase no pôr-do-sol em um dia bem nublado. Acho que isso contribuiu pra imagem no fim das contas. Com abertura de f: 3,8 e velocidade de 1/600 em ISO 200.

A segunda foi tirada pela manhã. A composição tenta utilizar a placa de one way pra levar o seu olhar para o ponto de interesse que é o teatro. Exposição de f: 6,3 t: 1/60 e ISO 200.

Ambas fora tiradas com a distância focal de 18mm (28mm equiv.) e com o modo de exposição em (P) Programa.

Downtown San Diego. Uma área conhecida como Gaslamp District, onde tem muitos bares, restaurantes e prédios de arquitetura antiga preservados.

Quem quiser conferir mais do meu trabalho como fotógrafo basta clicar aqui e acessar meu porfolio online. Se você quiser ver a galeria com todas as fotos da viagem, basta clicar nesse link.